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2000 pra Frente lyrics

Performer Jordilla

2000 pra Frente song lyrics by Jordilla official

2000 pra Frente is a song in Portuguese

(Jordi)
Falam em ética, atitudes belas.
Mas a destruição vem pela mesma mão do “dedo de seta”
Discursos tomados de palavras ecologicamente corretas
Camuflando todo o interesse pessoal...

Num minuto que agente menos espera as coisas estão se passando
Por cima dos fatos enquanto o mundo está se modificando
Vejo latões enormes passando por cima de mim.
Lembro que antigamente pegar um trânsito era uma coisa ruim.
Isso era a lógica, o que você esperava, não é ilusão de ótica.
Humanos trafegando sobre a cidade robótica.
Destruição em massa, o mundo já não é mais o mesmo.
Após a chuva ácida ver um arco-íris é um raro efeito.
Da natureza onde se pode ter certeza.
Só em fotos pra ver essa beleza porque é difícil de achar.
Será que falta muito para o mundo se conscientizar.
Me diga mais quantos ambientalistas vão precisar se queima.
Aterros já tomaram conta das “áreas impróprias para banho”.
Não restaram muitas, fabricas foram construídas.
Ruínas antigas, só seus pedaços em Museus.
História e tradição que pela ambição se rompeu.
Pessoas putas da vida nas ruas jogada as traças.
Ontem ajudaram a construir, hoje perderam o emprego pras máquinas.
Escravo de suas próprias construções.
Rendem milhões.
Quem não tem condições de praxe se sente mal.
Quebra de protocolo, leis que ninguém respeita.
Progresso sem ordem, Asimov já deu a letra.
Ciência avançada, tecnologia avançada.
Somente minha voz e minha retina que abrem a porta de casa.
Ninguém sabe, mas perderam a “chave” não me sinto a vontade.
Vigilância me faz sentir atrás de grades.
Vamos por partes.
Nova era tudo novo, pensamentos avançados.
Antiquado porque ainda gosto de velhos ditados.
Simples e certo, desatualizado, mais certo.
Programação, revolução, só o SUS não muda.
É que o de baixo nunca sobe, isso é fato, saca.
Única coisa que foi nos foi cultivada, mão-de-obra escrava.
A dança não mudou apenas se adaptou.
Aos eixos das engrenagens, por onde o mundo gira agora, entende.
A gravidade da situação, tudo perdeu a noção.
A essência de nossos avós, pipa e pião.
O mundo era bom nos tempos do Walkman...
Só Deus sabe a falta que isso tudo faz.

Destruição em massa, o mundo já não é mais o mesmo.
Após a chuva ácida ver um arco-íris é um raro efeito.
Da natureza onde se pode ter certeza.
Só em fotos pra ver essa beleza porque é difícil de achar.
Será que falta muito para o mundo se conscientizar.
Me diga mais quantos ambientalistas vão precisar se queima.
Aterros já tomaram conta das “áreas impróprias para banho”.
Não restaram muitas, fabricas foram construídas.
Ruínas antigas, só seus pedaços em Museus.
História e tradição que pela ambição se rompeu.
Pessoas putas da vida nas ruas jogada as traças.
Ontem ajudaram a construir, hoje perderam o emprego pras máquinas.
Escravo de suas próprias construções.
Rendem milhões.
Quem não tem condições de praxe se sente mal.
Quebra de protocolo, leis que ninguém respeita.
Progresso sem ordem, Asimov já deu a letra.
Ciência avançada, tecnologia avançada.
Somente minha voz e minha retina que abrem a porta de casa.
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